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Breve!
Armadilha Poética apresenta!

Olá!


A Esquina Literária foi uma comunidade criada no orkut por dois escritores insatisfeitos por não poderem divulgar seus poemas e contos livremente. Ainda há moderadores e donos de comunidades amarrados às idéias hierárquicas de poder.

O processo de criação de comunidades orkutianas resume-se em tópicos interativos de criação de poemas, o que é bastante interessante, mas muitos gerenciadores vêem como um atrevimento a publicação de novos autores, excluindo seus tópicos deliberadamente.

E foi assim que percebemos a necessidade de um espaço em que os autores pudessem passear livremente e/ou parar em qualquer lugar, cada um postando o que mais lhe conviesse, igualmente respeitando os espaços dos outros membros, como tem acontecido.

Mas, como nossas aspirações ultrapassam os limites orkutianos, o Armadilha Poética apostou na idéia de integrar a Esquina a este fórum-site, a fim de que o bate-papo fosse acalorado pelos talentos relevados e conhecidos através desse vértice literário que acolhe o que der na telha de qualquer artista em busca de aperfeiçoar seu trabalho e disposto a receber comentários.

Na tentativa de que a literatura contemporânea possa ser discutida e excitada através de novos escritores, cruzamo-nos entre tramas e outros tropeços poéticos e prosaicos, quiçá fraternos!!
Amplexos!

Conheça nossa esquina



Enviado por Marcel Alan em 18/01/2009


Nesse texto que reinaugura essa seção , iremos abordar um álbum que foi lançado sem alarde e que, a despeito de sua incrível qualidade, foi esquecido em meio aos grandes lançamentos do mainstream. O disco em questão é April da Sun Kil Moon, lançado em abril de 2008 pela gravadora Caldo Verde Records.

Talvez, o nome Sun Kil Moon ainda não represente muito para o grande público, no entanto, trata-se de mais uma das boas empreitadas que levam a assinatura do talentoso Mark Kozelek.Depois de uma bem-sucedida trajetória liderando a banda Red House Painters, esse compositor norte-americano resolveu arriscar-se trabalhando com uma sonoridade que se aproximava mais do folk, apresentando ao público uma série de canções que destacavam-se pela qualidade dos arranjos e pelo uso de afinações incomuns, que resultaram no essencial álbum de estréia Ghosts of the Great Highway.



Enviado por André de Assis em 21/12/2009


Conhecida pelos shows hipnóticos e pelas performances da vocalista Laya Lopes, O Jardim das Horas estreia finalmente em CD com o tão aguardado O Quarto das Cinzas (Curve Music, 2009). O título é uma referência ao antigo nome da banda que nasceu em Fortaleza e existe desde 2003. Tanto tempo de espera valeu a pena. Cada detalhe do álbum foi minuciosamente trabalhado, desde a concepção dos arranjos ao belo projeto gráfico.



Enviado por Mariana Bonfim
em 10/11/2008


Não foi apenas no Brasil em que tivemos épocas de baixa na produção cinematográfica devido a graves crises econômicas, especialmente entre a década de 80 e 90. Se no Brasil o fantasma da Era Collor foi espantado com o “Cinema da Retomada”, em filmes como Carlota Joaquina (1995) e Terra Estrangeira (1996), nas terras de nossos hermanos argentinos somente depois do ano 2000 as produções cinematográficas nacionais retomaram seu caminho após o complexo período Menen. Dessa nova leva de jovens diretores recém-saídos da FUC – Universidad Del Cine e que conseguiram produzir seus filmes pelas leis de incentivo oriundas do Instituto Nacional de Cine y Artes Audiovisuales (INCAA), cunhou-se o termo “Novo Cinema Argentino”.



Enviado por Roberto Souza em 15/04/2008


Muitas vezes os cinéfilos lamentam não contar mais com os grandes diretores do passado. Mais de uma geração de mestres passou, parecendo não haver seguidores à altura de suas lições e segredos. Há quem chame isso de saudosismo. Outros apenas encaram como uma constatação óbvia e inevitável que o cinema atual parece ter se desvirtuado, saído dos trilhos ao desprezar às experiências anteriores em favor de efeitos e artificialismos. Mas nem tudo está perdido, pois a capacidade de renovação felizmente continua no cerne de qualquer manifestação artística. É o caso do chinês Wong Kar Wai, cuja filmografia vem se constituindo num dos alicerces do cinema moderno, com uma sólida carreira que já acumula quinze filmes.



Enviado por Aline Aimée
em 15/02/2009


Enormemente aclamado por sua performance como escritor de narrativas ficcionais, fossem elas romances ou contos, Machado de Assis constitui, ainda, figura de enorme relevância no cenário literário brasileiro por sua produção enquanto cronista.
Tendo escrito para diversos jornais durante aproximadamente 50 anos (1859-1900), suas crônicas revelavam não só a relevância e o impacto que os fatos de seu tempo adquiriam para seus contemporâneos, mas também elencavam uma série de inovações estilísticas, inéditas até então, que viriam a redefinir o gênero em si, inaugurando uma tendência que encontraria discípulos em cronistas renomados como Rubem Braga, por exemplo.






Enviado por Lucas Nicolato em 21/10/2008


Carlos Pittella é poeta e ativista ambiental. Formou-se em comunicação pela PUC-Rio, onde cursa atualmente doutorado em Literatura Portuguesa, desenvolvendo trabalho sobre a obra de Fernando Pessoa. Morou em Portugal em 2005, onde publicou seu primeiro livro Civilizações volume dois - o Livro dos Saulos - brilhante estréia que impressiona pelo trabalho com as palavras, bem como pela rede de reflexões e intertextualidade que tece. Carlos é ainda presidente da ONG União das Árvores (123s - One to Trees), que defende uma sociedade harmônica, em sintonia com o ambiente em que vive e com si mesma.




Enviado por Equipe Armadilha Poética em 24/02/2009





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